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M20 – AFR-SP – Análise da P1
30/06/09 · Alexandre Meirelles

M20  -  AFR-SP:  Análise  da  P1

30 de Junho de 2009

Caro concurseiro sofredor,

Após ter escrito um texto com observações mais gerais sobre o cargo que eu ocupo e seu novo edital, a partir de agora destrincharei o edital principalmente de duas formas: a primeira analisando o que estudar de cada disciplina e a segunda o ajudando a organizar seu estudo.

Antes de começar esta análise aprofundada, gostaria de agradecer às centenas de colegas que compareceram às duas palestras que eu ministrei na última semana sobre o cargo. Recebi dezenas de e-mails a elogiando e agradecendo, o que me trouxe uma imensa satisfação.

Então vamos ao que interessa, começando nesta coluna pela análise das disciplinas da primeira prova, que todos sempre chamamos de P1. Tentarei lançar de 2 em 2 dias novas colunas analisando a P2 e a P3. Aconselho que leia antes a minha coluna anterior, a M19, para que não se sinta perdido em relação a diversos comentários que farei neste texto, porque assumirei que você leu o artigo anterior, para não ser mais redundante.

Estes textos serão bem mais direcionados a quem for fazer a área de Gestão (Auditoria), mas muita coisa servirá para quem for fazer TI, se souber fazer os devidos ajustes aos meus comentários. Dentro do possível, tentarei analisar algumas coisas sobre a prova de TI. Não sobre o conteúdo da P3, porque não sei nada daquilo, apesar de ter um diploma de graduação em Informática pela UFRJ sendo comido pelas traças em minha gaveta, mas sim sobre como se organizar para estudar para a prova e sobre o trabalho.

E também levarei em conta sempre um candidato que já tenha um razoável nível de conhecimento na área fiscal, o que atingirei um número maior de candidatos reais neste momento. Não teria como escrever um texto voltado para o pessoal muito cru na área ainda, pois seria uma verdadeira bíblia. Então não serão textos para orientar quem está começando nesta vida, para deixar bem claro. Já escrevi colunas para quem está debutando nos concursos fiscais aqui no site, principalmente as colunas M02, M04, M08, M09, M11, M17 e M18.

ANÁLISE  DA  P1

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A P1 está distribuída conforme a tabela acima.

As disciplinas em azul são as que você deve se preocupar mais, conforme detalharemos a seguir.

A última coluna corresponde ao percentual de pontos de cada disciplina no total dos 340 pontos do concurso.

É a única das 3 provas que considero como perigosa para que não consiga os 40% pelo menos. Em 2006 eram 50%, o que representou uma diferença absurdamente gigante em relação aos 40% de agora. Isso porque a diferença entre não conseguir fazer o mínimo de 40% para 50% não são meros 20% ou 25% e sim de muito mais do que isso, porque é uma dificuldade que cresce exponencialmente, e não aritmeticamente.

Apesar de terem facilitado muito diminuindo de 50% para 40%, quem quiser passar neste concurso não pode ficar preocupado só em tirar os mínimos, porque quem fizer isso não será fiscal, pois obviamente a nota para passar será muito superior a meros 40%. Eu a estimaria entre 65 e 70%, mas isso vai depender muito do nível que vier a prova. Mas com certeza 40 ou 50% não serão.

"Tudo bem, tudo bem, os 40% estão relativamente fáceis para tirar, mas eu terei tempo para fazer as 100 questões?" A resposta, meu caro Watson, é NÃO! Somente alguns poucos privilegiados pela natureza, não mais do que 10 caboclos, e olhe lá. A não ser que venha uma prova muito goiaba (fácil, para quem não foi milico), o que duvido. Então como agir sabendo que não terá tempo para resolver as 100 questões? Lendo o restante deste texto e dos próximos...

a) Português

Diminuíram de 40 para 30 questões em relação ao meu concurso, o que reduziu muito o tempo para resolver as questões da P1.

Se você é um candidato que já se prepara há alguns meses, é hora de resolver as últimas provas da FCC e a do concurso de 2006 como treinamento. Onde achá-las? No link que coloquei das provas da FCC de 2009 no meu último artigo e, caso sobre tempo, estudando o livro de provas comentadas da FCC da Editora Ferreira (EF). Aliás, há vários livros de provas comentadas da EF que merecem ser vistos neste período.

Para olhar esta coleção, basta acessar o site abaixo e clicar à esquerda em "Coleção FCC":

http://www.editoraferreira.com.br/lojavirtual/default.asp

Eu não resolveria qualquer prova da ESAF nestes dias até a prova, ficaria só nas da FCC mesmo. "Ué, mas eu já resolvi tudo e estou tendo um bom índice de acertos, o quê faço agora?" Agradeça aos céus e estude outra disciplina, você quer resposta mais simples ou preciso desenhar? Eheheheh

Pule as questões de interpretação e vá direto para as de gramática. No final da prova, se sobrar tempo, veja as de interpretação, sempre pensando no seu ganho marginal (GM).

Bem, já vi que se eu não explicar o quê é este tal de ganho marginal, minha caixa postal vai explodir, então lá vai:

Enquanto você está estudando em casa principalmente após um edital e também quando está fazendo uma prova no dia D, você tem que pensar nisso o tempo todo. Como assim? Você terá tempo de estudar todo o programa até a prova? Tirando alguns poucos colegas, muito provavelmente não. Então como não há mínimo por disciplina, você pode dispensar algumas disciplinas ou alguns assuntos de algumas delas. Mais à frente darei diversos exemplos de disciplinas ou assuntos que deveriam ser esquecidos por você.

"E na hora da prova, eu penso neste tal de ganho marginal também?" SSSSIIIIIMMMMM! Claro, óbvio. Para que você ficará tentando acertar uma questão de interpretação de texto gigante ou alguma resolução imensa de uma questão de Raciocínio Lógico ou outra de Exatas se ela vale um só pontinho e você pode neste mesmo tempo resolver umas 5 questões de outro assunto, sabendo que não terá tempo mesmo de resolver tudo? Então, a não ser que sobre tempo, esqueça pelo menos até a metade da prova ou pouco mais as questões de interpretação e as grandes de Exatas. Esse é um dos exemplos de GM. Veremos outros mais adiante e nos próximos textos.

Resolva a prova pelo método que eu e o Deme chamamos de "passear pela prova", que é como sempre fizemos nossos concursos. "Ué, Meirelles, você me diz que não dará tempo para resolver a prova e agora ainda quer que eu fique andando pela sala ou no corredor, que eu fique passeando?" aiaiaiai, ainda bem que o exame psicotécnico para entrar na área fiscal é muito superficial, isso quando tem...

"Passear pela prova" nada mais é do que dar várias passadas (passeadas) na prova. Você começa resolvendo todas as questões rápidas, pulando as mais demoradas e médias. Depois volta e resolve as de duração média. Por último, se der tempo, resolve as mais demoradas. Assim você garante que não perderá aqueles pontos de questões fáceis que você nem terá tempo de olhar caso tente resolver a prova na ordem. Eis outro exemplo de GM.

Isso que escrevi terá que ser adaptado caso o concurso tenha mínimo por disciplina, como o AFRFB, porque aí a estratégia é um pouco diferente. No belo dia em que sair o edital dele, prometo que escreverei uma coluna específica para o dito cujo.

"Então o bendito GM tem muito a ver com a famosa relação custo-benefício?" sim, são coisas bem parecidas.

b)   Matemática Financeira

É uma disciplina que eu aconselho dar uma olhada principalmente nas fórmulas e no livro de provas comentadas da FCC da EF.

Nunca viu alguns temas mais complexos desta disciplina e não leva jeito para Exatas? Então deixe para lá, pense no ganho marginal. Agora, se já fez algum curso e estudou o assunto, dê uma relembrada em poucas horas, porque deverão aparecer umas 7 questões da disciplina, que no mínimo dá para traçar uns 4 ou 5 pontos valiosos.

c)    Estatística

Já estudou Estatística Descritiva, aquela que os concurseiros chamam de "básica", que é a que cai no AFRFB? Então beleza, dê uma relembrada nas fórmulas e garanta uns 2 ou 3 pontinhos preciosos, desde que isso não leve muitas horas de seu estudo.

Você é bom de Exatas e saca um tanto da Estatística Inferencial, a chamada de "avançada" pelos concurseiros? Então faça o mesmo que aconselhei para Descritiva, mas usando poucas horas para isso. Muito provavelmente, mesmo que você saiba resolver as questões deste assunto, você não terá tempo para resolver. O GM estudando "avançada" para este concurso é sofrível.

Logo, se você não saca isso legal, então esqueça por completo, sem a mínima dor na consciência. Garanto a você que se dos 600 aprovados uns 10 fizerem essas questões será um recorde mundial. Então não vai ser isso que vai reprovar você ou não, e sim o que perder de pontos no resto.

E vejam que é minha disciplina predileta que estou falando para esquecerem. Eu fiz mestrado em Estatística na UFMG e falo para você esquecer o estudo disso, a não ser que já tenha familiaridade no assunto. Cansei de ser chamado para dar aulas desta parte e sempre respondo: "não vou dar aulas daquilo que mando os outros não estudarem". Sei que há concursos em que esta disciplina é importante, como no Bacen ou no ICMS-Rio, mas em SP, a minha praia, eu não acho que precise, então continuo sem dar aulas do assunto, apesar de pensar em escrever um livro sobre isso sabe-se lá quando, talvez só quando meu vascão for campeão brasileiro de novo (série B não conta).

Já que o assunto agora é livro, tem o livro da EF de provas comentadas da FCC também, que merece uma olhada, porque, como sempre, as questões da ESAF são diferentes da FCC.

Em 2006 caíram 5 questões de Estatística, sendo duas de básica e 3 de avançada. Eu, desculpe-me a falsa modéstia, sabia resolver as 5. Sabe quantas eu fiz? Só as duas de básica, porque as outras 3 eu nem comecei, pois vi que perderia mais pontos tentando resolvê-las do que se usasse este tempo para outros assuntos. Lembra da ideia do ganho marginal? É isso. Resultado: acertei só as duas de básica, porque chutei errado as outras 3.

E depois tive o desprazer de ser perguntado por um aluno quantas questões eu acertei de Estatística no meu concurso e ao responder que foram duas, ele me disse na lata: "Eu acertei 4", olhando para mim como se eu fosse uma anta e estivesse enganando em sala de aula ao ensinar aquela disciplina. Aí eu engoli seco, pensei na minha mãezinha que gosta tanto de mim lá no Rio e perguntei: "então por que você não está lá dentro?" sabe o que ele me respondeu? "não fiz o mínimo na P1!". Bem, eu disse que tinha feito 63 das 100 e saí antes que me estressasse. Será que ele sabia o que é ganho marginal? Bem, depois de uma coisa dessas não ia ser eu que ia ensinar isso a ele. Depois não entendem porque tenho meus motivos para ter parado de dar aulas. É cada aluno que aparece que dá vontade de socar...

d) Informática

O programa foi muito reduzido em relação a 2006, mas muito mesmo. Você pode estudar pelo livro do João Antônio numa boa. E olhar o livro da EF de provas comentadas se der tempo.

Em 2006 caíram diversos tópicos que só vemos em graduações na área, era puro chute para quase todos os candidatos.

Agora cai aquilo que usamos todos os dias, como Windows, Word, Excel e e-mail. Somados a isso temos hardware e certificação digital. Que moleza de programa...infinitamente menor que o de 2006 e que o do AFRFB.

A prova poderá vir de 2 tipos: um inteligente e um boçal. O inteligente é quando cobra questões sobre funcionalidades, conceitos ou utilizações práticas. O boçal é fazendo aquelas questões perguntando de teclas de atalho, por exemplo. Qual o tipo que a banca irá escolher? Logicamente, espero que não seja o boçal, porque aí nivelará todo mundo por baixo, pois quem sabe a disciplina acertará o mesmo que quem não sabe, pois todos irão chutar tudo.

e) Raciocínio Lógico

Antes de mais nada, cuidado com a prova de 2006! Isso por que o programa mudou muito em relação a ela. O tipo de questões que cairão serão bem diferentes de 2006, que privilegiou o uso da tabela-verdade de montão.

Eu sempre tive facilidade com esta disciplina, pela minha formação matemática, mas praticamente nunca estudei isso. Não sei quem é quem quando leio o conteúdo programático. Eu sei resolver a maioria das questões com soluções que saem da minha cabeça sei lá como, mas não sei de onde vem cada coisa. E consegui fazer a maior nota do meu concurso: acertei 16 das 20, com mais uns 2 colegas pelo que eu me lembre. Mas não me orgulho disso, porque nesta prova eu deixei de lado por um bom tempo o conceito do ganho marginal e depois não tive tempo de olhar metade das questões de Português, acertando só 21 das 40, pior nota de minha vida nesta disciplina. Fui burro, pois deveria ter feito menos pontos em RL e mais em Português, usando o mesmo tempo.

Então, como não sei "quem é quem" na disciplina e ao olhar o edital de 2006 vi que era totalmente diferente de 2009, procurei saber quais seriam estas diferenças, se é que havia de fato e não só no nome. E onde fui procurar isso? Obviamente no melhor canal de informações concurseiras da área fiscal que existe, o Fórum Concurseiros. E lá encontrei um tópico do professor apelidado de "Opus Pi" que destrinchou o que significava cada item daqueles do edital, mostrando que a FCC tem adotado este programa em concursos recentes e ainda resolveu diversas questões dos assuntos, que são bem diferentes das cobradas em 2006.

Resumo da ópera: cuidado com os materiais que utilizou de RL enquanto estudava, porque algumas coisas servem, mas diversas outras, não. E mais: é imprescindível a leitura do tópico do colega Opus Pi a partir de agora até o dia da prova, porque estamos falando de 20 pontos preciosos para sua aprovação.

Eis o link: http://www.forumconcurseiros.com/phpBB3/viewforum.php?f=366

E em hipótese alguma deixe de resolver as provas da FCC de 2009, pois nelas encontrará questões parecidas com as que serão cobradas agora. No tópico do Opus Pi você encontrará o que necessita, basta procurar com cuidado.

f) Atualidades

Aconselho que não utilize seu tempo "oficial" de estudo com esta disciplina, mas que não deixe de ler alguns materiais nos seus tempos de descanso.

Compre nas bancas alguma revista de atualidades, como o Guia do Estudante da Abril ou o Guia da Época, que são feitos para o vestibular, mas que são plenamente válidos para qualquer concurso.

Você também pode ler alguns dos sites abaixo:

http://vestibular.uol.com.br/atualidades/

http://www.mundovestibular.com.br/categories/Atualidades/

http://www1.curso-objetivo.br/vestibular/atualidades_online.aspx

Não pode ir fazer a prova sem ter uma noção da eleição do Obama, da nova gripe, da Bolívia, da crise econômica, da tentativa de reeleição infinita do Hugo Chavez, da China, dos tipos de combustíveis, da mais nova crise no Oriente Médio e de outros assuntos também recentes.

No edital se afirma que nenhuma legislação posterior à data do edital poderá ser cobrada na prova. Mas fica a dúvida: isso vale também para Atualidades, uma vez que não se trata de legislação, ou a regra também vale? A banca poderá cobrar sobre a morte do Michael Jackson, por exemplo, ou não? Isso não está claro.

Não aconselho que comece hoje a ler uma revista semanal inteira ou a assistir ao Jornal Nacional todos os dias. Leia o principal das matérias nestes sites e revistas e pronto. Não precisa aprofundar nos assuntos, basta ter uma ideia do que se trata. Então quando forem ler os artigos de uma revista de Atualidades, não leia o artigo todo, leia só o principal e o resumo que muitas vezes tem ao final de cada assunto. A banca não vai perguntar detalhes de cada coisa, pode ver nas questões que já tivemos, ela cobra noções gerais sobre o cada tema.

São 15 pontos, dar uma lida por estes meios em vez de ficar vendo novela ou futebol vale a pena.

g) Inglês

Não é hora para ninguém pensar em estudar isso, principalmente regras gramaticais. Mas se tiver um tempinho, olhe o livro de provas da FCC da EF para ter uma noção de como são pedidas as questões da banca.

Não perca muito tempo com as questões de interpretação, deixe-as para o final.

Faça rapidamente e de preferência logo na 1ª metade da prova, as disciplinas de Atualidades, Informática e Inglês, porque são rápidas, deixando o tempo restante para as mais demoradas. Se não souber de alguma questão, chute logo e bola para frente.

A P1 melhorou bem em relação a 2006, porque além de ter diminuído consideravelmente o critério de mínimos, saíram 10 questões de Português e no lugar entraram 5 de Atualidades e 5 de Matemática Financeira e Estatística. As 5 de Atualidades você fará em muito menos tempo do que se fosse de Português, e as de Exatas, pode ser que sim ou que não, mas se forem pelo menos umas 3 destas de Inferencial, muito provavelmente perderá só uns 30 segundos nas 3, porque serão chutes a esmo, sem nem ler mais atentamente o enunciado. Com isso, todos ganharam mais alguns preciosos minutos para resolver o máximo de questões que der nas 4h.

Bem, pessoal, esta foi a 1ª parte da análise do edital, em que comentei sobre a P1. Em poucos dias soltarei mais colunas com as análises da P2, da P3 e sobre como se organizar para aproveitar melhor o estudo em casa.

Não coloquei tudo em uma coluna só, porque aí demoraria mais para eu escrever e consequentemente ser publicada, então vou colocando por partes, conforme for escrevendo.

Para terminar esta coluna, vou me desculpar por um equívoco que cometi em minha coluna passada. Eu peguei no pé dos concurseiros que escrevem tudo errado, com erros grotescos, mas eu mesmo cometi dois erros em uma frase só, bem corrigida pelo colega "Seu Madruga" do Fórum. A frase que me deixou de cara no chão foi esta:

"E eu sei isso por que sempre estudei muito Português? Não, é por que sempre li muito, simples."

Consegui errar duas vezes no uso do "porquê", pois ambos são juntos, não são separados. Eis a observação feita por ele:

"Esses dois "por que" são conjunções, não preposição + pronome. O "porque" está ligando duas orações. No primeiro apesar de ser uma interrogação ao final, o que leva a maioria das pessoas a pensarem que automaticamente é "por que separado", na verdade é conjunção, pois é uma oração subordinada: "eu sei isso" (oração principal) + "porque (pois) sempre estudei" (oração subordinada), independente de colocar uma interrogação ao fim. No segundo, mesma coisa.

Confesso que não sabia este erro que cometi no 1º uso, mas o 2º foi pura falta de atenção mesmo, pois era o caso mais clássico de uso desta palavrinha pentelhinha...bem, vivendo e aprendendo...eita linguinha difícil esta tal de Português, por que não falamos esperanto desde que nascemos? Ou inglês?

Eheheheh...em casa de ferreiro, o espeto é de pau...

Abraços a todos e boas HBC

Alexandre Meirelles

alexmeirelles@gmail.com

 



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